"O que você chama de amor,
Eu chamo de conveniência.
O seu amor é dependência,
E o meu rancor é poesia. Que não me alimenta Mas que minha calma sustenta Seu crime é sua sentença E culpa minha Mas vou criar outra "você" Ousadia Depois voltar pra te perder Todo dia Um velho livro para reler Que alegria ... que alegria ... Me diga: no fim quem errou? O certo é uma rua estreita E a sua alma imperfeita Não é pior que a minha Que não se endireita Que o que não sente inventa Espero que você entenda " te amo " não é "bom dia" Ter que criar outra você é covardia ... Devolva os dias que eu te dei ... de alegria Pague com mais um dia seu ... meu ... Ver você sarar Tudo em seu lugar Trate de esconder ... O que for de lembrar O que eu não vou te dar E tudo o que eu te dei ... (e o que eu não te dei/ o que eu nunca dei)"
28 de ago. de 2008
27 de ago. de 2008
25 de ago. de 2008
PRIVACIDADE!
Incrível como descobrem seu 'escape'.
¬¬
Preciso ser mais cautelosa.
Odeio perseguições. Mas se insistirem...
A decepção é apenas de quem ama. E não é amada de volta.
¬¬
Preciso ser mais cautelosa.
Odeio perseguições. Mas se insistirem...
A decepção é apenas de quem ama. E não é amada de volta.
Entenda.
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